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Matéria do G1: Estrela planeja entrar no mercado de jogos na internet até o Natal

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pelo jornalista Darlan Alvarenga do site G1 em 16/05/2011. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Estrela planeja entrar no mercado de jogos na internet até o Natal

Jogos de tabuleiro e clássicos da empresa serão levados para a web. Estratégia é reforçar marcas da empresa e buscar novas fontes de receitas.

 

Maior fabricante de brinquedos do Brasil, a Estrela prepara a sua entrada no mercado de jogos online. O projeto segue a estratégia de modernização da empresa que, “sufocada” pela concorrência chinesa, tem buscado se reinventar e manter seus brinquedos e marcas atraentes para as novas gerações muito mais ligadas tecnologia.

O presidente da Estrela, Carlos Tilkian, afirmou em entrevista ao G1 que a empresa pretende lançar seus primeiros jogos na internet já no Natal.

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Carlos Tilkian, presidente da Estrela (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

 

“A Estrela é a maior produtora de jogos de tabuleiro do Brasil. Temos um grande potencial de conseguir viabilizar uma migração desses jogos para uma plataforma eletrônica. Como são jogos com marcas conhecidas, que têm regras que se aplicam muito bem ao meio digital, isto pode vir a ser um novo negócio para nós”, afirma.

Segundo Tilkian, a empresa tem um potencial de “no mínimo 50 jogos” que podem ser levados para o ambiente digital, incluindo clássicos da empresa como Banco Imobiliário, Jogo da Vida, Detetive e Autorama.

“É um projeto que já começou, que já está em andamento. O ideal é que a gente consiga para o Natal já alguma coisa”. Segundo ele, o desenvolvimento está sendo feito todo no Brasil numa parceria com a agência de publicidade DM9 e com desenvolvedores de games.

Em relação ao modelo de negócio, o executivo afirma que a empresa ainda analisa o melhor formato de cobrança. “Estamos num processo de investigação de mercado. Talvez o ideal seja ter uma parte do game em que a pessoa acessa livremente e se quiser continuar e pegar novos desafios, ela teria que pagar”, explica. “Você pode deixar o usuário testar durante alguns minutos e se ele quiser mais tempo ou mais níveis de dificuldade, de complexidade do jogo, ele teria dar uma contribuição”.

A Estrela garante, porém, que os jogos on-line permitirão os usuários brincarem em rede com outros. “Nunca vamos abrir mão do papel dos nossos brinquedos serem um facilitador social. Queremos ter sempre a ferramenta que permita o usuários jogarem com amigos on-line”, afirma Tilkian.

Segundo o executivo, o custo será “relativamente baixo” para os jogadores. “Aí é que está a beleza da internet. Você consegue gerar receita através de um impacto financeiro pequeno, mas você tem um número de usuários brutal, coisa que você não consegue na vida real”.

O presidente da Estrela destaca a oportunidade de novos negócios associados aos jogos na rede, como parcerias com empresas anunciantes. “Essa é uma estratégia que já adotamos. No ano passado, o produto mais vendido foi o ‘Superbanco imobiliário’ que teve empresas como o Banco Itaú e a Mastercard como parceiras. “Ao levar o Autorama, por exemplo, para um ambiente on-line podemos atrair parceiros do setor automobilístico e da indústria de pneus”.

Fundada em 1937, a Estrela enfrentou uma forte crise com a abertura do mercado para os brinquedos importados e encolheu de tamanho. A empresa conseguiu dar a volta por cima ao apostar em tecnologia, resgate de brinquedos clássicos e também ao transferir parte de sua produção para fábricas terceirizadas na China. (Veja vídeo ao lado).

“No ano passado, 40% da nossa produção foi importado e 60% fabricado no Brasil”, afirma Tilkian. “Esse ano a gente acha que vai crescer um pouco a produção nacional”.

Em 2010, a companhia registrou um faturamento de R$ 139 milhões, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Para 2011, segundo o presidente da Estrela, a expectativa é uma nova alta, “da ordem de 15%”.

 

Busca de público mais amplo
Para a Estrela, no entanto, mais importante do que encontrar novas fontes de receita é reforçar a presença de suas marcas e ampliar a faixa etária de usuários. “Nosso foco não é só a criança. É o adulto jovem e o adolescente, que são os grandes usuários de games na internet”, afirma. “Transformar, por exemplo, o autorama num jogo on-line é algo que vai atingir não só a criança, mas também o pai”.

Até agora, a empresa vinha usando a internet mais como um instrumento de reforço de imagem e de relacionamento com os seus clientes. No ano passado, motivada pelos apelos de fãs do Ferrorama em redes sociais, a Estrela decidiu relançar o clássico, mas antes lançou pela internet um desafio: se eles conseguissem percorrer os 20 km finais do Caminho de Santiago de Compostela com o brinquedo, o Ferrorama seria relançado.

Versão do Cara a Cara no Facebook (Foto: Divulgação)

Versão do Cara a Cara no Facebook (Foto: Divulgação)

Neste ano, em nova ação voltada para a web, a Estrela lançou um aplicativo no Facebook do jogo Cara a Cara, no qual os usuários podem brincar usando as fotos dos seus próprios amigos. Para o Dia das Crianças, a empresa prepara o lançamento do jogo Pula Pirata com um cartão de realidade aumentada

“Essas são ações para começar a plantar a idéia de que existe uma relação direta entre o meio internet e o entretenimento de uma marca tradicional para que a gente possa ter num futuro próximo uma loja virtual vendendo os nossos games”, afirma.

 

O presidente da empresa acredita, porém, que a base das receitas da companhia continuará por muito tempo vindo das vendas dos brinquedos tradicionais.

“Assim como há 20 anos os videogames não tiraram o mercado do brinquedo tradicional, os games on-line não vão tirar. O mercado de brinquedos no mundo continua crescendo”, analisa.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/05/estrela-planeja-entrar-no-mercado-de-jogos-na-internet-ate-o-natal.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Darlan Alvarenga
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Matéria do G1: Estrela inaugura em junho sua primeira fábrica no Nordeste

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pelo jornalista Darlan Alvarenga do site G1 em 16/05/2011. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Estrela inaugura em junho sua primeira fábrica no Nordeste

Investimento de R$ 8 milhões prevê geração de 150 empregos diretos.
Hoje, 40% da produção da empresa vem da China.

 

Com um investimento de R$ 8 milhões, a Estrela vai inaugurar até o final de junho em Ribeirópolis (SE) sua primeira fábrica de brinquedos no Nordeste, segundo o presidente da companhia, Carlos Tilkian. A nova unidade será voltada para atender o crescente mercado consumidor da região em condições de competitividade com os produtos chineses.

“O foco é ter uma linha específica de brinquedos grandes com preço unitário relativamente barato. O custo de fazer nas nossas fábricas no Sudeste e levar para o Nordeste implica num aumento muito grande por causa do frete, em torno de 20%”, disse Tilkian em entrevista ao G1.

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Linha de montagem em Itapira, SP (Foto: Divulgação)

Hoje, a Estrela possui duas fábricas no país, em Itapira (SP) e em Três Pontas (MG), com cerca de 800 funcionários. A nova fábrica em Sergipe irá entrar em operação com 150 empregados diretos e cerca de 100 costureiras contratadas em oficinas.

Nos últimos anos, após enfrentar uma forte crise em função da abertura do mercado para brinquedos importados, Estrela transferiu parte de sua produção para empresas terceirizadas na China. Em 2010, 40% da produção da empresa veio da China e 60% foi fabricada no Brasil.

 

“Hoje temos uma parte bastante relevante sendo produzida na China, não por problema de falta de tecnologia, criatividade ou design. São fatores de macroeconomia como câmbio, impostos e mão de obra que acabam fazendo com que a produção chinesa fique artificialmente mais barata”, explica o executivo.

Em janeiro, o governo elevou a alíquota de importação de diversos brinquedos de 20% para 35%. Na avaliação de Tilkian, o efeito da medida foi praticamente anulado pela desvalorização do dólar no ano.

“Houve uma desestruturação do mercado do mercado, mas a Estrela entende que estrategicamente deve manter um nível de produção importante aqui no Brasil e briga para tentar conscientizar o governo de que mais do que criar problemas para a importação, a administração federal deveria incentivar a produção nacional”, opina.

Segundo o presidente da companhia, o contexto macroeconômico exige que a Estrela mantenha essa flexibilidade entre produção local e importação. “Se o modelo econômico diz que temos que importar muito, a gente tem hoje como importar. Se mudar, se o câmbio voltar para R$ 3, então temos fábrica para produzir aqui”.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/05/estrela-inaugura-em-junho-sua-primeira-fabrica-no-nordeste.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Darlan Alvarenga
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Matéria do G1: Controlador da Estrela fará oferta para tirar empresa da Bovespa

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela, site G1 de 16/09/2015. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Controlador da Estrela fará oferta para tirar empresa da Bovespa

Carlos Tilkian pretende comprar as ações da companhia em circulação. Preço oferecido é de R$ 0,37 por ação.

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Carlos Antonio Tilkian, controlador da Estrela / Foto: Darlan Alvarenga/G1

 

A fabricante de brinquedos Estrela deve deixar a bolsa de valores. O acionista controlador da empresa, Carlos Antonio Tilkian, fará uma oferta pública de aquisição de ações (OPA, na sigla em inglês) para cancelar o registro de companhia aberta da empresa, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (16).

O preço da OPA é de R$ 0,37 por ação para todos os papéis em circulação, que compreendem 284.955 ações ordinárias e 10.777.705 ações preferenciais.

O valor representa um prêmio de 2,8% sobre o último preço de fechamento dos papéis preferenciais, que não foram negociados na terça-feira e fecharam a segunda-feira cotados a R$ 0,36.

Segundo a companhia, será solicitada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) adoção de procedimento diferenciado que prevê a não realização de leilão em bolsa para a OPA.

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/09/controlador-da-estrela-fara-oferta-para-tirar-empresa-da-bovespa.html

Créditos:

  • Site G1
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