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Como foi o primeiro dia ABRIN 2017, sala de imprensa, museu da Estrela, Carlos Tilkian, Baby Groot da Hasbro

Fala galera da Grama Toys!!!

Eu sei que a Abrin já passou, porém ainda tem material para ser postado e mostrar na visão da Grama Toys um pouco da feira. Assim, levo todos vocês para dentro de um lugar mágico, mostrando a sala de imprensa com as novidades como o Falcon, o museu da Estrela, encontro com Carlos Tilkian (presidente da Estrela), o Baby Groot dos Guardiões da Galáxia Vol. 2 (Hasbro) entre outros.

Eu sempre tive a curiosidade de saber como era a feira. O bom seria voltar no tempo e visitar esta mesma feira nos anos 80 e 90.

Espero que gostem e até os próximos vídeos!

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Falcon e outros lançamentos da Estrela edição 80 Anos na Abrin 2017

Olá amigos da Grama Toys!!!

Um dia especial para nós fãs e colecionadores de brinquedos. A ABRIN 2017 iniciou nesta terça-feira (21/03/2017) no Expo Center Norte e uma das maiores fabricantes de brinquedos, a Brinquedos Estrela, mostrou os lançamentos para a comemoração dos 80 anos.

A Grama Toys, como imprensa, teve acesso as novidades em exposição na sala de imprensa e no estande.

Falcon (Sala de imprensa)

A equipe de marketing da Estrela, informou que o boneco Falcon será lançado inicialmente com olhos pintados e para o final do ano a versão “Olhos de Águia”. Também disseram que a caixa não é a versão final (apenas um mockup). A arte final da caixa esta em desenvolvimento. O boneco pode ser lançado entre final de Maio até Julho deste ano, com valores podendo chegar até R$200,00.

Os 3 bonecos Falcon que estão em exposição, dois no estande e um na caixa (sala de imprensa), não são os protótipos do novo boneco e sim itens originais da década de 70 cedidos pelo colecionador Giovanni Maselli Raimondo.

Giovanni é colecionador especialista em Falcon e criador do site http://falcon80.com.br

Em um novo post, vamos falar como foi conhecer o colecionador que trouxe o Falcon de volta.

Confira algumas imagens da sala de imprensa.

Falcon original década 70 e caixa teste (mockup), Maximus e Pé na Tábua edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon (Boneco original década 70 e caixa teste (mockup)) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon, Maximus e Pé na Tábua edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Maximus e Pé na Tábua edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Logo edição 80 anos caixa MAXIMUS. / Foto: Luis Grama

Falcon, Maximus e Pé na Tábua edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon, Maximus e Pé na Tábua edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Momento que não poderia perder de tirar uma foto com Falcon 000000.

 

Estande da Brinquedos Estrela

Entrada do estande da Brinquedos Estrela. / Foto: Luis Grama

Logo Estrela 80 anos / Foto: Luis Grama

Eu e o Diretor de Marketing Aires Fernandes (Este que está de costas). / Foto: Luis Grama

Aquaplay / Foto: Luis Grama

Genius e Aquaplay. / Foto: Luis Grama

Jogo da Vida e Banco Imobiliário Edição de 80 anos. / Foto: Luis Grama

Jogo da Vida edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Banco Imobiliário edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Logo Estrela. / Foto: Luis Grama

Ferroramas XP100 e XP300 voltam com logo de 80 anos. / Foto: Luis Grama

Itens 80 anos / Foto: Luis Grama

Maximus e Pé na Tábua edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon (Bonecos originais da década 70) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon (Bonecos originais da década 70) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon (Bonecos originais da década 70) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon (Bonecos originais da década 70) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon  (Bonecos originais da década 70) e Super Massa edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon  (Bonecos originais da década 70) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Falcon  (Bonecos originais da década 70) edição 80 anos. / Foto: Luis Grama

Museu da Brinquedos Estrela

Há um espaço na Abrin dedicado ao museu da Brinquedos Estrela, muitos itens de época e que fizeram a história da empresa estão em exposição neste espaço. Fizemos fotos e vídeos que serão postados em breve.

Logo Estrela no espaço museu. / Foto: Luis Grama

Robô Ar-Tur do museu. / Foto: Luis Grama

Momento fã

Fora do Expo Center Norte encontrei Carlos Tilkian, o homem que salvou a Brinquedos Estrela da falência. Ele é o presidente da maior empresa de brinquedos, porém um homem simples, carismático e super atencioso. Cumprimentei-o, agradeci pelo o que ele fez para a Estrela e a indústria do brinquedo, agradeci pelas edições comemorativas e contei um pouco sobre os históricos de empresas da Grama Toys, onde um dos históricos sendo produzidos é da Estrela. Apenas vi olhos marejados e sorrisos de um verdadeiro homem, cidadão e executivo que sabe dar atenção ao cliente, fã e colecionador.

Ao final, uma foto para registrar o momento de fã. Fiquei super feliz com o senhor Tilkian. Por isso que a Estrela continua na liderança, pois tem um exemplo na presidência.

Luis Grama com Carlos Tilkian, presidente da Brinquedos Estrela. / Foto: Luis Grama

 

É isso aí amigos da Grama Toys, esse foi só um pouquinho do que foi o primeiro dia. Tem muitas fotos e vídeos para postar. Visitei não só a Brinquedos Estrela, mas também outras grandes empresas do setor. Esse post foi só para matar a curiosidade sobre os lançamentos comemorativos de 80 anos da Estrela. Nesta quarta-feira estaremos lá para conferir mais novidades.

Grande abraço e até mais.

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Super Notícia: Estrela celebra 80 anos com 250 lançamentos e entrada em novos segmentos de negócios

Olá amigos da Grama Toys!!!

Uma super notícia que saiu essa semana sobre as novidades a serem lançadas pela Brinquedos Estrela em comemoração ao 80 anos de empresa.

Matéria do site Terra por DINO.

“Vamos abrindo novos flancos, oportunidades de negócio e rejuvenescendo, para estarmos aqui na festa de 100 anos da Estrela”, é a receita do presidente da empresa, Carlos Tilkian, a seus colaboradores e representantes comerciais. “Há muito espaço para crescer.” Aires Fernandes, diretor de Marketing, observa que a Estrela, que inaugurou sua quarta unidade fabril início do mês passado no Paraguai, vai contribuir para esse crescimento proposto por Tilkian, porque agrega faturamento com as novas linhas a serem produzidas por lá.

Foto do possível protótipo do Falcon 2017. Será? / FOTO: DINO

 

Segundo Fernandes, algumas linhas se sobressaíram em 2016. A Estrela tem nove entre os 15 jogos mais vendidos no País. Se forem computados somente jogos infantis, a empresa tem nove entre os dez mais. Na categoria massa, a Supermassa da Estrela registrou crescimento de 30% somente no último ano. Diante desse cenário, a empresa aposta em 250 novos lançamentos somente para 2017, ano em que celebra 80 anos.

Selo comemorativo

Colhidos no pomar da marca, de acordo com Aires Fernandes, a Estrela celebra os 80 anos com o relançamento de alguns de seus brinquedos ícones. Entre eles estão o Genius, primeiro jogo eletrônico do País, de 1980; Versões “Vintage” do Banco Imobiliário, brinquedo mais vendido em todos os tempos; Jogo da Vida, Pé na Tábua, dos anos 70, quando o Brasil com Émerson Fittipaldi abria caminho para os pilotos brasileiros na Fórmula Um.

Outros mais se juntam sob o selo comemorativo de 80 anos: Maximus em escala 110, com sete funções, Ferrorama XP 100, Supermassa Dr. Opera Tudo; as bonecas Gui Gui, de 1963, primeira a incorporar movimento e som; Tippy e Moranguinho, coleção de quatro personagens com mais de 3 milhões de unidades vendidas no lançamento.

E uma surpresa dentro do pacote de relançamento de ícones: Falcon, um campeão de pedidos e marco na história do brinquedo no Brasil. Dizia a propaganda da época, um herói de verdade, “não tem medo de nada, preparado para enfrentar os perigos na terra, mar e ar. Inteiramente articulado, o boneco vendeu milhares de exemplares no lançamento.

Lançamentos 2017

Para encantar corações de todas as idades, a linha de pelúcia da Estrela chega para arrasar: tem todos os personagens clássicos da Disney, Mickey, Minie, Margarida, Branca de Neve e Pluto, entre outros da trupe, que representam um novo negócio para a empresa. A linha ainda conta com as princesas, as personagens de Frozen e muito mais. Clássicos entre os pequenos, Peppa está de volta em novos itens, assim como Masha e o Urso.

Outra novidade da Estrela é a entrada no segmento de veículos movidos a bateria. O carro-chefe virá na forma do Dareway, veículo de duas rodas com guidom movido a eletricidade. Esse tipo de produto é conhecido como Segway. Licença Disney, o filme Cars 3 vai estrelar toda a linha de rádio controle da empresa, que conta com vários modelos do Supremus, como o Legend; as licenças também de marcas como Camaro; e o autorama Fast Track.

Depois da experiência com quebra-cabeças para todas as idades, com obras de Tarsila do Amaral, os Beatles e telas de Gustavo Rosa, que tiveram desempenho de vendas acima da expectativa da empresa, a Estrela traz Cândido Portinari, três de suas obras – a mais significativa delas é Guerra e Paz, painel que decora parede da ONU. Os quebra-cabeças vão de 500 a 2 mil peças.

Um lançamento que vai dar o que falar, aliás, também cantar, é o Selfmic, que vendeu mais de 1 milhão de unidades por todo o mundo. Trata-se de um pau de selfie com microfone, retorno e aplicativo para celular, que o transforma num karaokê onde o intérprete poderá postar nas redes seu desempenho de barítono ou soprano. O aplicativo do brinquedo abre portas para mais de 3 milhões de músicas.
A consagrada linha de bonecas traz novas versões de Luna e a licença Masha e o Urso – desenho russo que mostra a relação especial entre uma garotinha cheia de energia e o animal. Lady Bug, fenômeno de audiência, completa a plêiade de lançamentos.

Já o bem-sucedido Stikbot – bonecos articulados para a produção de fotos e vídeos em stopmotion – chega ampliado com dois novos kits, um estúdio e com animação e acessórios.

Criada para a produção de pulseiras, gargantilhas e tiaras únicas, entre outros, a linha Feito Por Você vai contar com uma coleção de óculos escuros dos personagens Disney e Marvel, além de uma bolsa da personagem Lady Bug – uma joaninha super-heroína. Para a coleção Faz de Verdade, com suas fábricas encantadas para chefs não menos inspirados, algumas das estrelas são as máquinas de fazer balas, bolos e sorvetes.

Com o maior crescimento interno na empresa nos últimos anos, 30% somente no ano passado, a linha de Supermassa terá 17 lançamentos. Dos 53 itens disponíveis, há brinquedo com a personagem Moana, mini cupcakes, cinema, sereias e doces de montão.

Marca para a primeira infância (0 a 3 anos), Estrela Baby continua sua carreira de sucesso com brinquedos supercoloridos que ensinam os pequenos a contar, encaixar, montar e criar enquanto brincam.

Jogos, capítulo à parte

Campeã de vendas também em jogos, a Estrela reserva para este ano muitas novidades, mais de trinta. Dois deles em parceria com youtubers, Nostalgia, com Felipe Castanhare, e Você Sabia, com Lukas Marques e Daniel Molo. E mais: dois jogos na área de ciências, batizados de Lab, com 42 experiências e outro com 80, que são complementares; Figuração, jogo da tradicional brincadeira de Mímica, Ciência com Luna, Explosão e Scape Room, acompanhando a onda de brincar de escapar de salas-labirinto.

Os aplicativos estão presentes em boa parte dos jogos, como Cara a Cara, Jogo da Vida, Detetive, além das versões campeoníssimas do Banco Imobiliário, com APP inclusive. Há Jogos de Memória, a novidade de Batman Detetive e a opção Detetive cuja casa do jogador vira o tabuleiro, ou seja, as cartas passam a ser cômodos da moradia, além de versões com diferentes licenças, de Moana a Lady Bug, na forma de tabuleiro; ou o Eu sou? Avengers.
Impossível não se divertir no universo Estrela.

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Link original: https://noticias.terra.com.br/dino/estrela-celebra-80-anos-com-250-lancamentos-e-entrada-em-novos-segmentos-de-negocios,e7d89fd4fda1afb536838a652dcdd8c889ianxen.html

Créditos:

  • Site Terra
  • Matéria DINO – Divulgador de Notícias (Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra)

Antiga propaganda da Brinquedos Estrela da linha Falcon. / Imagem da internet.

Antiga propaganda da Brinquedos Estrela da linha Falcon. / Imagem da internet.

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Matéria do G1: A pedido do consumidor, Estrela volta a fabricar Genius

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela do site G1 em 06/08/2012. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Em breve, traremos os comparativos dos relançamentos da Estrela, Genius, Boca Rica, Aquaplay Futebol e Vire a Mesa. Mostrando os antigos em suas caixas e os novos modelos. Como será que ficaram?

 

A pedido do consumidor, Estrela volta a fabricar Genius

Um dos produtos mais pedidos no SAC deve chegar às lojas até setembro.  Previsão é vender 100 mil exemplares do jogo até o fim do ano.

 

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Genius terá a mesma identidade visual dos anos 80 (Foto: Divulgação)

No ano em que comemora 75 anos, a Brinquedos Estrela vai trazer de volta ao mercado o Genius. O produto está sendo produzido na fábrica de Itapira, no interior de São Paulo, e deve chegar às lojas até setembro – já de olho nas vendas para o Dia das Crianças.

De acordo com a empresa, dos produtos mais famosos da Estrela que não estão mais em linha, o Genius, todos os anos, é um dos campões de pedidos no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da companhia.

 

 

“Nos últimos três anos, esta lista de pedidos foi encabeçada por outro ícone dos anos 80, o Boca Rica, de 1984. Atendendo aos consumidores, Genius e Boca Rica estarão nas vitrines até setembro”, revela, em nota, a empresa.

Segundo a Estrela, o Genius foi um dos produtos mais vendidos nos anos 80: foram 500 mil unidades comercializadas entre 1980 e 1981.

O produto voltará ao mercado preservando a identidade visual que tinha originalmente. Mudança apenas no Boca Rica, que passará a emitir sons.

A previsão da Estrela é vender 100 mil exemplares de cada um dos jogos até o fim do ano.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2012/08/pedido-do-consumidor-estrela-volta-fabricar-genius.html

Créditos:

  • Site G1
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Matéria do G1: Estrela planeja entrar no mercado de jogos na internet até o Natal

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pelo jornalista Darlan Alvarenga do site G1 em 16/05/2011. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Estrela planeja entrar no mercado de jogos na internet até o Natal

Jogos de tabuleiro e clássicos da empresa serão levados para a web. Estratégia é reforçar marcas da empresa e buscar novas fontes de receitas.

 

Maior fabricante de brinquedos do Brasil, a Estrela prepara a sua entrada no mercado de jogos online. O projeto segue a estratégia de modernização da empresa que, “sufocada” pela concorrência chinesa, tem buscado se reinventar e manter seus brinquedos e marcas atraentes para as novas gerações muito mais ligadas tecnologia.

O presidente da Estrela, Carlos Tilkian, afirmou em entrevista ao G1 que a empresa pretende lançar seus primeiros jogos na internet já no Natal.

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Carlos Tilkian, presidente da Estrela (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

 

“A Estrela é a maior produtora de jogos de tabuleiro do Brasil. Temos um grande potencial de conseguir viabilizar uma migração desses jogos para uma plataforma eletrônica. Como são jogos com marcas conhecidas, que têm regras que se aplicam muito bem ao meio digital, isto pode vir a ser um novo negócio para nós”, afirma.

Segundo Tilkian, a empresa tem um potencial de “no mínimo 50 jogos” que podem ser levados para o ambiente digital, incluindo clássicos da empresa como Banco Imobiliário, Jogo da Vida, Detetive e Autorama.

“É um projeto que já começou, que já está em andamento. O ideal é que a gente consiga para o Natal já alguma coisa”. Segundo ele, o desenvolvimento está sendo feito todo no Brasil numa parceria com a agência de publicidade DM9 e com desenvolvedores de games.

Em relação ao modelo de negócio, o executivo afirma que a empresa ainda analisa o melhor formato de cobrança. “Estamos num processo de investigação de mercado. Talvez o ideal seja ter uma parte do game em que a pessoa acessa livremente e se quiser continuar e pegar novos desafios, ela teria que pagar”, explica. “Você pode deixar o usuário testar durante alguns minutos e se ele quiser mais tempo ou mais níveis de dificuldade, de complexidade do jogo, ele teria dar uma contribuição”.

A Estrela garante, porém, que os jogos on-line permitirão os usuários brincarem em rede com outros. “Nunca vamos abrir mão do papel dos nossos brinquedos serem um facilitador social. Queremos ter sempre a ferramenta que permita o usuários jogarem com amigos on-line”, afirma Tilkian.

Segundo o executivo, o custo será “relativamente baixo” para os jogadores. “Aí é que está a beleza da internet. Você consegue gerar receita através de um impacto financeiro pequeno, mas você tem um número de usuários brutal, coisa que você não consegue na vida real”.

O presidente da Estrela destaca a oportunidade de novos negócios associados aos jogos na rede, como parcerias com empresas anunciantes. “Essa é uma estratégia que já adotamos. No ano passado, o produto mais vendido foi o ‘Superbanco imobiliário’ que teve empresas como o Banco Itaú e a Mastercard como parceiras. “Ao levar o Autorama, por exemplo, para um ambiente on-line podemos atrair parceiros do setor automobilístico e da indústria de pneus”.

Fundada em 1937, a Estrela enfrentou uma forte crise com a abertura do mercado para os brinquedos importados e encolheu de tamanho. A empresa conseguiu dar a volta por cima ao apostar em tecnologia, resgate de brinquedos clássicos e também ao transferir parte de sua produção para fábricas terceirizadas na China. (Veja vídeo ao lado).

“No ano passado, 40% da nossa produção foi importado e 60% fabricado no Brasil”, afirma Tilkian. “Esse ano a gente acha que vai crescer um pouco a produção nacional”.

Em 2010, a companhia registrou um faturamento de R$ 139 milhões, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Para 2011, segundo o presidente da Estrela, a expectativa é uma nova alta, “da ordem de 15%”.

 

Busca de público mais amplo
Para a Estrela, no entanto, mais importante do que encontrar novas fontes de receita é reforçar a presença de suas marcas e ampliar a faixa etária de usuários. “Nosso foco não é só a criança. É o adulto jovem e o adolescente, que são os grandes usuários de games na internet”, afirma. “Transformar, por exemplo, o autorama num jogo on-line é algo que vai atingir não só a criança, mas também o pai”.

Até agora, a empresa vinha usando a internet mais como um instrumento de reforço de imagem e de relacionamento com os seus clientes. No ano passado, motivada pelos apelos de fãs do Ferrorama em redes sociais, a Estrela decidiu relançar o clássico, mas antes lançou pela internet um desafio: se eles conseguissem percorrer os 20 km finais do Caminho de Santiago de Compostela com o brinquedo, o Ferrorama seria relançado.

Versão do Cara a Cara no Facebook (Foto: Divulgação)

Versão do Cara a Cara no Facebook (Foto: Divulgação)

Neste ano, em nova ação voltada para a web, a Estrela lançou um aplicativo no Facebook do jogo Cara a Cara, no qual os usuários podem brincar usando as fotos dos seus próprios amigos. Para o Dia das Crianças, a empresa prepara o lançamento do jogo Pula Pirata com um cartão de realidade aumentada

“Essas são ações para começar a plantar a idéia de que existe uma relação direta entre o meio internet e o entretenimento de uma marca tradicional para que a gente possa ter num futuro próximo uma loja virtual vendendo os nossos games”, afirma.

 

O presidente da empresa acredita, porém, que a base das receitas da companhia continuará por muito tempo vindo das vendas dos brinquedos tradicionais.

“Assim como há 20 anos os videogames não tiraram o mercado do brinquedo tradicional, os games on-line não vão tirar. O mercado de brinquedos no mundo continua crescendo”, analisa.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/05/estrela-planeja-entrar-no-mercado-de-jogos-na-internet-ate-o-natal.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Darlan Alvarenga
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Matéria do G1: Estrela inaugura em junho sua primeira fábrica no Nordeste

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pelo jornalista Darlan Alvarenga do site G1 em 16/05/2011. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Estrela inaugura em junho sua primeira fábrica no Nordeste

Investimento de R$ 8 milhões prevê geração de 150 empregos diretos.
Hoje, 40% da produção da empresa vem da China.

 

Com um investimento de R$ 8 milhões, a Estrela vai inaugurar até o final de junho em Ribeirópolis (SE) sua primeira fábrica de brinquedos no Nordeste, segundo o presidente da companhia, Carlos Tilkian. A nova unidade será voltada para atender o crescente mercado consumidor da região em condições de competitividade com os produtos chineses.

“O foco é ter uma linha específica de brinquedos grandes com preço unitário relativamente barato. O custo de fazer nas nossas fábricas no Sudeste e levar para o Nordeste implica num aumento muito grande por causa do frete, em torno de 20%”, disse Tilkian em entrevista ao G1.

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Linha de montagem em Itapira, SP (Foto: Divulgação)

Hoje, a Estrela possui duas fábricas no país, em Itapira (SP) e em Três Pontas (MG), com cerca de 800 funcionários. A nova fábrica em Sergipe irá entrar em operação com 150 empregados diretos e cerca de 100 costureiras contratadas em oficinas.

Nos últimos anos, após enfrentar uma forte crise em função da abertura do mercado para brinquedos importados, Estrela transferiu parte de sua produção para empresas terceirizadas na China. Em 2010, 40% da produção da empresa veio da China e 60% foi fabricada no Brasil.

 

“Hoje temos uma parte bastante relevante sendo produzida na China, não por problema de falta de tecnologia, criatividade ou design. São fatores de macroeconomia como câmbio, impostos e mão de obra que acabam fazendo com que a produção chinesa fique artificialmente mais barata”, explica o executivo.

Em janeiro, o governo elevou a alíquota de importação de diversos brinquedos de 20% para 35%. Na avaliação de Tilkian, o efeito da medida foi praticamente anulado pela desvalorização do dólar no ano.

“Houve uma desestruturação do mercado do mercado, mas a Estrela entende que estrategicamente deve manter um nível de produção importante aqui no Brasil e briga para tentar conscientizar o governo de que mais do que criar problemas para a importação, a administração federal deveria incentivar a produção nacional”, opina.

Segundo o presidente da companhia, o contexto macroeconômico exige que a Estrela mantenha essa flexibilidade entre produção local e importação. “Se o modelo econômico diz que temos que importar muito, a gente tem hoje como importar. Se mudar, se o câmbio voltar para R$ 3, então temos fábrica para produzir aqui”.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/05/estrela-inaugura-em-junho-sua-primeira-fabrica-no-nordeste.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Darlan Alvarenga
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Matéria do G1: Estrela lança jogo gratuito de Banco Imobiliário para o celular

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pela jornalista Gabriela Gasparin do site G1 em 09/05/2012. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

Atualmente, os aplicativos de jogos da Estrela também estão disponíveis para a plataforma Android através da Play Store: Autorama, Banco Imobiliário, Cilada, Cara a Cara, Detetive e Pula Macaco.

 

Estrela lança jogo gratuito de Banco Imobiliário para o celular

Jogo tem link para o Foursquare, por onde os usuários podem dar ‘check-in’. Expectativa é de 1 milhão de downloads do game até o final do ano.

Banco Imobiliário Geo por enquanto estará disponível apenas para iPhone ( Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Banco Imobiliário Geo por enquanto estará disponível apenas para iPhone (Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Maior fabricante de brinquedos do Brasil, a Estrela lançou nesta quarta-feira (9) o que chama de o primeiro jogo de geolocalização do mercado brasileiro, o “Banco Imobiliário Geo”. O game, de utilização gratuita, tem link para o Foursquare, aplicativo por onde os usuários podem dar “check-in” pelo celular e informar aos amigos onde estão no momento.

Com investimento inicial de R$ 300 mil, a expectativa da empresa é de 1 milhão de downloads do game até o final do ano. Por enquanto, poderão baixar o aplicativo apenas os usuários de iPhone e a expectativa é que o game esteja disponível na Apple Store até esta sexta-feira (11). De acordo com a Estrela, dentro de um mês o jogo estará disponível também para Android. Para Windows Phone ainda não há previsão.

“O jogo é gratuito (…). Nosso objetivo é que seja jogado por milhões e milhões de pessoas no mundo inteiro”, disse Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

A escolha do Banco Imobiliário para a estreia no meio eletrônico é justificada pelo sucesso no mercado do jogo de tabuleiro convencional que, segundo a fabricante, é o mais vendido no país.

No “Banco Imobiliário Geo”, o “tabuleiro” é o lugar onde as pessoas estão na vida real. Dessa forma, os jogadores podem comprar o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, a Torre Eiffel, na França, ou a Estátua da Liberdade, nos EUA.

Para jogar, os usuários podem escolher “comprar” as localidades após dar “check-in” no local. Quando mais os demais participantes também derem “check-in” em um lugar, mais o imóvel fica valorizado. O jogador pode tanto escolher apenas visitar o local como fazer uma proposta de compra.

Ao visitar os locais, o jogador ganha uma carta de “sorte” ou “revés”. “O usuário pode descobrir petróleo e se transformar em um Eike Batista ou ter azar e precisar pagar impostos, como todos os brasileiros”, afirmou Tilkian.

Além de interagir com o Foursquare, as ações realizadas no “Banco Imobiliário Geo” também podem ser compartilhadas pelo Facebook.

O Itaú-Unibanco é o primeiro parceiro da Estrela no jogo. Dessa forma, as transações financeiras feitas pelos usuários acontecem pela instituição financeira. Tilkian, contudo, não descartas novos parceiros no futuro, como redes de restaurantes – todas as possibilidade do “mundo real”.

De acordo com o presidente, o Itaú ajudou na viabilização do projeto, sendo  que o capital não foi propriamente para aumento da receita. A empresa espera, ainda neste primeiro semestre, lançar outros produtos da marca no meio eletrônico. No futuro, contudo, a empresa não descarta cobrar por downloads ou fazer parcerias com outras empresas para gerar receita.

“A tendência é que, ao longo de um ano, a Estrela tenha todos os ativos e marcas importantes oferecidas com mecânica em multiplataformas, para que a gente possa acompanhar a tendência do mundo da tecnologia”, disse. De acordo com Tilkian, o meio eletrônico não vem para substituir, e sim complementar o mercado convencional.

No caso do “Banco Imobiliário Geo”, a empresa que idealizou o aplicativo junto com a Estrela foi a agência DM9DDB, o primeiro projeto de mobilidade da agência. O desenvolvimento foi feito pela agência de mídia digital Cricket Design.

 

Concorrência chinesa
O projeto segue a estratégia de modernização da Estrela que, “sufocada” pela concorrência chinesa, tem buscado se reinventar e manter seus brinquedos e marcas atraentes para as novas gerações muito mais ligadas tecnologia.

A concretização veio um pouco após o previsto, uma vez que a empresa esperava lançar o produto para o Natal. “Foi adiado porque na época do Natal o projeto poderia dispersar a atenção dos usuários. Então o objetivo foi postergar mais para o começo deste ano e também tivemos a possibilidade de melhorar a dinâmica do jogo”, explicou o presidente.

De acordo com Tilkian, o crescimento da empresa no ano passado foi de 20% e a expectativa é manter o mesmo patamar de alta neste ano.

No ano passado, a Estrela já havia lançado um aplicativo no Facebook do jogo Cara a Cara, no qual os usuários podem brincar usando as fotos dos seus próprios amigos. Para o Dia das Crianças, a empresa prepara o lançamento do jogo Pula Pirata com um cartão de realidade aumentada.

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2012/05/estrela-lanca-jogo-gratuito-de-banco-imobiliario-para-o-celular.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Gabriela Gasparin
  • Foto Gabriela Gasparin
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Matéria do G1: Empresa que popularizou Dia das Crianças recorre à China para viver

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pela jornalista Ligia Guimarães do site G1 em 10/10/2011 na semana do dia das crianças. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Empresa que popularizou Dia das Crianças recorre à China para viver

Estrela divulgou data na década de 50, com ‘Semana do Bebê Robusto’. Hoje, companhia estuda formas de se livrar do ‘custo Brasil’.

 

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O presidente da Estrela, Carlos Tilkian, na sede da companhia em São Paulo. (Foto: Flavio Moraes)

Desde os anos 50, quando criou a campanha que transformou o Dia das Crianças em tradição no Brasil, muita coisa mudou na realidade da fabricante de brinquedos Estrela. Ficaram para trás as décadas em que, num mercado fechado para estrangeiros, o varejo era dominado pelas fabricantes brasileiras e chegou, com força, a concorrência chinesa.

“Estrela era sinônimo de boneca”, recorda em entrevista ao G1 o presidente da companhia, Carlos Tilkian, que encontrou a empresa à beira da falência quando assumiu o cargo, em 1996.

Foi num ano próximo a 1955 – a data é estimada pela empresa, que não tem registro oficial – que a Estrela lançou pela primeira vez a “Semana do Bebê Robusto”, uma campanha para aumentar as vendas de seus famosos bebezinhos rechonchudos de plástico, então seu carro-chefe.

 

 

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Evolução das bonecas Estrela

 

A ideia era “ressuscitar” a data do Dia das Crianças, criada no Brasil em 1924 por um decreto do presidente Arthur Bernardes, mas que até então era praticamente desconhecida tanto entre consumidores quanto varejistas.

“A Estrela começou a usar o tema Dia das Crianças para vender a linha de bebês”, explica Tilkian. “Chamava Bebê Robusto porque o padrão de beleza era diferente naquela época. Toda a nossa linha de bebês era mais gordinha, o que era sinônimo de saúde e beleza”, diz o executivo.

“Em 1937, eram bonecas de pano, depois foram bonecas de cerâmica, de plástico, até o rosto de vinil que temos até hoje. Do ponto de vista de acompanhamento de moda, você teve não só pela roupa o desenvolvimento da moda, mas também do ponto de vista da beleza. Era impensável naquela época ter uma boneca como a Susi, mais fashion doll, esguia, magrinha, formas mais delimitadas”, constata ele.

Anos depois, a iniciativa comercial da Estrela ganhou o apoio de outra gigante do mercado: a Johnson & Johnson, que reforçou a publicidade em torno da data com a campanha “Bebê Johnson“, que teve a primeira edição em 1965 e logo se tornou um dos concursos de beleza infantil mais conhecidos do país.

 

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Vencedores da edição de 1967 do concurso “Bebê Johnson”. (Foto: Divulgação)

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Finalistas da edição de 1967 do concurso “Bebê Johnson” de 1967. (Foto: Divulgação)

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Decreto que criou o Dia das Crianças no Brasil. (Foto: Reprodução)

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

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Catálogo mostra as primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

 

O 12 de outubro se consolidou ao longo dos anos, quando mais e mais varejistas foram concentrando suas ações de publicidade e vendas na semana do dia 12 de outubro. “O varejo passou a organizar Salões da Criança no Parque Ibirapuera no ínicio da década de 60 com áreas de entretenimento”, diz.

Hoje, afirma Tilkian, as vendas da Estrela na data superam as do Natal. “Elas [as datas] resrespondem por 75% do faturamento atual. Desses, o Dia da Criança responde por 60% e o Natal, 40%”, diz o executivo.

 

Competição chinesa
Do “Bebê Robusto” para cá, a Estrela foi sentindo os baques das transformações econômicas do país: a abertura do mercado brasileiro para produtos importados nos anos 90 barateou o custo dos brinquedos, e trouxe a China para a disputa direta pelos os consumidores brasileiros. A valorização do real em relação ao dólar também prejudicou as contas da companhia.

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Cartaz da primeira campanha “Bebê Johnson”, lançada em 1965. (Foto: Divulgação)

O Brasil saiu da economia fechada no final dos anos 80 para a abertura sem planejamento nenhum, sem exigir reciprocidade das empresas que vieram para cá como importadoras. É um modelo muito vantajoso para a importação”, diz Tilkian.

A atual inundação de produtos importados no Brasil é tão forte que, desde 2007, a própria Estrela passou a produzir também na China, por meio de empresas terceirizadas, para se manter competitiva e transformar em lucro a sequência de prejuízos que vem amargando nos últimos anos.

“Temos duas fábricas aqui no Brasil, mas também produzimos na China, para manter o custo. (…) No ano passado, 40% do nosso faturamento veio de produtos importados. O que é uma pena do ponto de vista de brasileiro, mas é uma obrigação do ponto de vista de empresário, porque preciso dar retorno aos acionistas”, diz o presidente da companhia.

Para Tilkian, a razão para a perda de espaço e competitividade da companhia em relação aos rivais asiáticos é o chamado “custo Brasil”. “Se você somar câmbio, impostos, custo financeiro, isso representa 80% da diferença de custo entre China e Brasil. Se comparar o custo industrial contra custo industrial, o Brasil é absolutamente competitivo”, avalia.

A Estrela acumulou prejuízo de R$ 19,8 milhões nos primeiros seis meses de 2011; de acordo com o balanço financeiro divulgado ao mercado em junho. Em 2010, as perdas chegaram a R$ 30 milhões.

Segundo Tilkian, no entanto, os balanços financeiros negativos refletem dívidas antigas; para o executivo, a Estrela já está “saudável” financeiramente e registra crescimento de cerca de 20% ao ano no faturamento. “Tende a melhorar”, prevê.

 

Só no Brasil
As exportações, que já representaram 15% do negócio da Estrela, tornaram-se irrelevantes para a companhia no cenário atual de dólar fraco e competição da China em todo o mundo. Tanto que a Estrela estuda construir unidades próprias na China para, de lá, voltar a alcançar outros mercados.

“Desenvolveria nossos produtos lá, por meio de empresas que construiríamos para produzir, e iríamos para feiras internacionais para que os produtos sejam vendidos a partir da China. Cogitamos porque é a única forma de eliminar o custo Brasil”, afirma o executivo da empresa, que tem a marca registrada em 40 países.

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

 

Tabuleiros na Apple Store
Em meio às dificuldades, a Estrela aprendeu a usar tecnologia e componentes chineses para renovar produtos antigos e competir ainda com a internet e os jogos eletrônicos. Dos 560 produtos oferecidos pela empresa, há alguns 100% brasileiros, como a linha de bebês, jogos pré-escolares, brinquedos de massinha e a veterana boneca Susi.

Outros, como o Super Banco Imobilário com máquina de cartão vinda da China, mostraram um caminho promissor para a companhia. “Isso mostra que mesmo um jogo tradicional de tabuleiro, quando você incorpora tecnologia e moderniza, ainda tem um espaço muito grande até para o público adulto”.

A fabricante passou também a adaptar a lógica de brinquedos antigos para as redes sociais, como nas ações do jogo Cara a Cara no Facebook, ou do “Twitterama” para o Autorama. Num futuro próximo, o objetivo é usar o maior número de plataformas eletrônicas e digitais para alcançar os consumidores.

“Nosso objetivo é migrar toda a nossa linha de jogos de tabuleiro para outras plataformas. Para vender na Apple Store, para tablets. Mas mesmo fazendo isso, nunca vamos deixar de acreditar que o jogo de tabuleito tem um papel social, de ensinar à criança sobre respeitar regras, sobre quem perde, desenvolver o raciocínio”, diz Tilkian.

 

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Link original: http://g1.globo.com/dia-das-criancas/2011/noticia/2011/10/empresa-que-popularizou-dia-das-criancas-recorre-china-para-viver.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Ligia Guimarães
  • Fotos Flavio Moraes
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Matéria do G1: Controlador da Estrela fará oferta para tirar empresa da Bovespa

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela, site G1 de 16/09/2015. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Controlador da Estrela fará oferta para tirar empresa da Bovespa

Carlos Tilkian pretende comprar as ações da companhia em circulação. Preço oferecido é de R$ 0,37 por ação.

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Carlos Antonio Tilkian, controlador da Estrela / Foto: Darlan Alvarenga/G1

 

A fabricante de brinquedos Estrela deve deixar a bolsa de valores. O acionista controlador da empresa, Carlos Antonio Tilkian, fará uma oferta pública de aquisição de ações (OPA, na sigla em inglês) para cancelar o registro de companhia aberta da empresa, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (16).

O preço da OPA é de R$ 0,37 por ação para todos os papéis em circulação, que compreendem 284.955 ações ordinárias e 10.777.705 ações preferenciais.

O valor representa um prêmio de 2,8% sobre o último preço de fechamento dos papéis preferenciais, que não foram negociados na terça-feira e fecharam a segunda-feira cotados a R$ 0,36.

Segundo a companhia, será solicitada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) adoção de procedimento diferenciado que prevê a não realização de leilão em bolsa para a OPA.

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/09/controlador-da-estrela-fara-oferta-para-tirar-empresa-da-bovespa.html

Créditos:

  • Site G1
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Matéria da Forbes: Como Carlos Tilkian ressuscitou a Estrela

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela, revista Forbes de 15/08/2015 escrita pelo jornalista Alex Ricciardi. Estamos reunindo matérias não só da Brinquedos Estrela, mas também de outros fabricantes de brinquedos que fizeram a história do colecionismo. Desta forma, facilitamos a sua pesquisa de informações centralizando em um só único lugar. Se você tem matérias sobre as empresas guardadas no fundo do baú de casa e deseja compartilhar com os amigos do colecionismo, entre em contato conosco.

 

Como Carlos Tilkian ressuscitou a Estrela

No início de 1996 a história da mais importante companhia brasileira voltada às crianças parecia, ao menos para o mercado e para quem a acompanhava pelos jornais, estar perigosamente próxima de seu fim. Com dívidas volumosas perante o governo geradas por impostos não pagos, milhões de reais em mercadorias encalhadas no depósito e, principalmente, uma avalanche de brinquedos baratos vindos da China tomando-lhe clientes, a Estrela já era dada como perdida por muitos analistas — e vários deles achavam que tal visão era corroborada pela atitude de seu controlador e presidente, Mario Arthur Adler, que já não escondia seu desgosto em trabalhar na companhia.

A crença geral era que a empresa acabaria sendo vendida a algum gigante estrangeiro do setor, como Hasbro ou Mattel. Outros iam além, prevendo que ela acabaria por simplesmente fechar as portas.

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Carlos Antonio Tilkian / Foto: Letícia Moreira

Porém, contra todas as expectativas (e, diziam, também contra o bom senso), em abril daquele ano seu principal executivo, Carlos Antonio Tilkian, comprou a companhia. Espantado, o mercado aventou as mais disparatadas hipóteses para a transação. Diziam que ele fizera a aquisição com fundos da, e para a, comunidade armênia do Brasil, a qual pertencia. Ou que a operação era o prenúncio de uma concordata, que viria. Estavam todos errados. O tempo iria provar que Tilkian apenas seguira seus instintos ao adquirir uma marca que, apesar de tudo, era (e é) uma das mais poderosas do país. E, no que tangia aos problemas do grupo, ele decidira apostar na própria capacidade de resolvê-los — e em sua boa estrela.

“A crise que a indústria nacional de brinquedos amargou não surgiu de um processo, mas de um único golpe: o plano Collor, que em março de 1990 abriu, quase do dia para a noite, o mercado para os fabricantes estrangeiros”, lembra Tilkian. “Até então nosso mercado era fechado. Não se traziam brinquedos de fora do Brasil, era proibido. Aliás, os maiores players mundiais do setor, que no resto do mundo brigavam entre si, aqui tinham seus produtos licenciados e fabricados por uma mesma companhia — a Estrela, justamente.” Vendo aqueles dias em perspectiva, o empresário (que é hoje CEO e presidente do conselho do grupo) faz questão de, à maneira de Mark Twain, informar: os relatos sobre a morte da Estrela que corriam então foram grandemente exagerados. “Passamos por maus momentos, mas nunca estivemos sequer perto de quebrar, pedir concordata, nada disso”, conta.

“O único passivo pesado que tínhamos eram os tributos não pagos. Faz tempo que já equacionamos o problema, embora ainda sigamos pagando essa dívida. Mas não é nada que comprometa nossas finanças”, diz Tilkian em seu escritório na capital paulista, onde também está localizado o showroom da Estrela. Já suas unidades produtivas não ficam na cidade. “Possuíamos uma fábrica aqui. Fechei assim que pude. É muito complicado produzir no município de São Paulo, principalmente tendo de competir com os chineses”, diz ele, em uma das várias vezes nas quais citou o país asiático durante a entrevista que concedeu a FORBES Brasil, no final de maio. Tilkian viaja duas vezes por ano à China. Lá a Estrela conta com vários fornecedores cadastrados, que confeccionam seus produtos, com sua marca. Depois os traz ao Brasil. Já que não podia vencer o inimigo, a Estrela fez o recomendado nos melhores manuais de gestão para casos assim: juntou-se a ele.

Não que ela faça na China tudo o que vende. Até em atenção à sua razão social (Manufatura de Brinquedos Estrela S.A.), a empresa segue produzindo no país. Tem hoje três fábricas: uma em Itapira, no interior paulista, onde também está a maior parte de sua administração; outra em Três Pontas, Minas Gerais; e a terceira em Ribeirópolis, Sergipe, a qual atende à demanda da região Nordeste por brinquedos. Já teve uma fábrica em Manaus, hoje fechada por questões logísticas: brinquedos são quase sempre produtos relativamente baratos. Transporte, que é um custo invariável, acaba por isso constituindo uma parcela significativa de seu preço final. Mesmo com benefícios fiscais, o valor do frete entre o Amazonas e o restante do país acabava sendo alto demais. É espantoso, mas sai mais em conta para a Estrela — e para muitas outras empresas brasileiras — fabricar itens na China, a milhares de quilômetros de distância, do que em território nacional.

Ano passado a companhia viu crescer sua receita líquida de vendas em 61%, para R$ 113,5 milhões. Neste ano a queda dos preços do petróleo deve trazer algum alívio ao custo do plástico, principal insumo da indústria de brinquedos. Mas as grandes variáveis para a atividade, no Brasil, são algo ainda mais incerto que isso: a oscilação cambial entre o dólar e o real, a taxa de juros no país e as alíquotas de importação que o governo impõe ao setor. Justamente devido a isso Tilkian optou, desde que se tornou dono da Estrela, por mesclar produção interna e externa.

“Em 2014 a importação representou em torno de 35% de nosso faturamento; em 2015, não deve passar de 20%. No limite, somos capazes de produzir no exterior 90% do que vendemos e também somos capazes de produzir estes mesmos 90% internamente. As condições é que determinam o que faremos em cada ano”, explica.

Como boa parte dos empreendedores brasileiros, Tilkian é filho de imigrantes que chegaram ao Brasil após sofrer perseguições em seus países de origem. Em seu caso específico, imigrantes armênios. Seu pai e sua mãe vieram para cá entre os anos de 1915 e 1923, partindo do então Império Otomano, no Oriente Médio, em uma fuga desesperada para salvar as próprias vidas (nessa época ocorreu ali o massacre de 1,5 milhão de armênios pelo exército e forças policiais otomanas — o primeiro grande genocídio do século 20). Nascido em 1953, ele formou-se em 1976 em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Nesse mesmo ano ingressou na Gessy Lever (hoje Unilever) como trainee, e lá permaneceria até 1993.

“Fiz uma carreira bonita na Unilever. Cheguei a diretor de vendas quando tinha só 35 anos, o que era raro à época. Justamente por isso, porém, houve um momento no qual quiseram que eu fosse morar na Itália para assumir a direção de uma das divisões locais do grupo”, recorda. “O problema é que, na ocasião, minha esposa havia falecido há pouco. Estava com dois filhos pequenos e não queria impor a eles o custo de deixarem seu país naquela situação. Então recusei a proposta e, algum tempo depois, saí da companhia e fui para a Estrela.”

Quando o executivo chegou à fabricante de brinquedos, a situação ali não era boa. Fundada em 1937 em São Paulo por Siegfried Adler, a companhia tinha uma bela história atrás de si: fora uma das primeiras empresas brasileiras a se tornar sociedade anônima (1944) e guardava em seu portfólio joias do mundo da diversão, como o Autorama, o Genius (primeiro brinquedo eletrônico do Brasil), a boneca Barbie e jogos de tabuleiro — em especial, o famoso Banco Imobiliário. Mas a gestão do filho de Siegfried, Mario Adler, era alvo de severos reparos vindos de analistas e acionistas. “Não concordo com essas críticas ao Mario. Ele fez o que estava ao seu alcance, em um momento muito difícil para nossa indústria. A Estrela deve muito a ele”, faz questão de dizer Tilkian. O fato é que Adler tentara, por duas vezes, vender a companhia e não conseguira. A solução foi concretizar um management buyout (como é chamada a compra de uma empresa por seus executivos) em favor de Tilkian.

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Carlos Antonio Tilkian / Foto: Letícia Moreira

De lá para cá, a situação do grupo melhorou sensivelmente. “Após comprar a Estrela, eu e minha equipe ainda tivemos vários anos difíceis. Até conseguirmos firmar o novo modelo de negócios, baseado na flexibilidade entre importação e fabricação interna, sofremos um pouco. Depois disso, porém, a companhia aprumou e desde então só temos crescido e ganhado musculatura”, conta o executivo. A empresa orgulha-se de contar com um laboratório de desenvolvimento de brinquedos — uma equipe formada por psicólogos, pedagogos e profissionais de outras áreas que estuda e interage com crianças e, a partir disso, concebe vários de seus lançamentos. São também da Estrela as licenças de produção de itens que hoje fazem um grande sucesso entre as crianças, como a inglesa Peppa Pig e o brasileiro O Show da Luna.

E para onde vai agora a companhia? “Analisamos novos investimentos com bastante calma. Não queremos cair novamente em outra crise como a que nos vitimou no passado. Somos prudentes e não fazemos dívidas desnecessárias.” Ainda assim ele revela certos movimentos que a empresa está preparando para este e os próximos anos: “Queremos, por exemplo, aumentar nossa exportação de brinquedos. Mas isso não será feito a partir de nossas fábricas brasileiras, elas hoje não são competitivas o suficiente para tanto. Vamos fazê-lo a partir de nossos fornecedores chineses”. Aliás, estão fazendo: a companhia vende seus brinquedos, com sua marca, para Turquia e Rússia e espera ampliar tal leque de países em breve.

No Brasil, uma vez assegurado seu espaço no mercado infantil nacional, a Estrela abriu um novo front: começou a fabricar brindes. “Nosso setor é muito sazonal. Perto de 75% das vendas são feitas no segundo semestre do ano. Então, para compensar isso, estamos usando nossa expertise no manejo do plástico para fazer coisas como chaveiros, pulseiras, apitos etc. Tem dado bastante certo, e espero que essa atividade gere cada vez mais receita para a companhia daqui em diante”, diz ele.

Por fim, questionado acerca da possibilidade de abertura de uma nova fábrica, Tilkian diz que isso está sim em seu radar, mas não no Brasil e sim no… Paraguai. “Os impostos do país são bem mais baixos que os cobrados por aqui. A energia deles é mais barata, e as leis trabalhistas são mais flexíveis que as nossas. Poderíamos instalar lá linhas de produção voltadas à exportação. Seria bom para o Paraguai, bom para o Mercosul e bom para nossa empresa.” Difícil de acontecer? Não para Carlos Tilkian. Sua trajetória prova que, em se tratando de superar desafios, ele é dono de uma estrela das mais fortes.

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Link original: http://www.forbes.com.br/negocios/2015/08/como-carlos-tilkian-ressuscitou-a-estrela/

Créditos:

  • Revista Forbes
  • Jornalista Alex Ricciardi
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