Arquivo do mês: julho 2016

Coleção Super Powers Review #11 Lanterna Verde

Olá amigos da Grama Toys!!!

Direto das Tropas dos Lanternas Verdes,  mais um super herói no review número 11 da coleção Super Powers. O Gladiador Esmeralda em uma super edição com imagens e curiosidades que estão cada vez melhores. Os reviews foram criados pelos colecionadores Roberto Crisant, José Neto e Marcio Alessandro Moreira.

Nosso agradecimento aos amigos que fazem a diferença neste universo de colecionismo produzindo informação de qualidade.

Nesta edição, Lanterna Verde!!!

Coleção Super Powers Review #11 Lanterna Verde

Coleção Super Powers Review #11 Lanterna Verde

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Créditos:

  • Textos: José Neto e Marcio Alessandro Moreira
  • Edição: Roberto Crisant
  • Fotos: Dan Curto e José Neto
  • Arte: José Luis Garcia López
  • Acervo, digitalização e arquivo por Roberto Crisant
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Coleção Super Powers Review #10 Brainiac

Olá amigos da Grama Toys!!!

Um dos maiores inimigos do Super Homem mostra o seu cérebro maníaco no review número 10 da coleção Super Powers. O vilão interplanetário em uma super edição com imagens e curiosidades que estão cada vez melhores. Os reviews foram criados pelos colecionadores Roberto Crisant, José Neto e Marcio Alessandro Moreira.

Nosso agradecimento aos amigos que fazem a diferença neste universo de colecionismo produzindo informação de qualidade.

Nesta edição, Brainiac!!!

Coleção Super Powers Review #10 Brainiac

Coleção Super Powers Review #10 Brainiac

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Créditos:

  • Textos: José Neto e Marcio Alessandro Moreira
  • Edição: Roberto Crisant
  • Fotos: Dan Curto e José Neto
  • Arte: José Luis Garcia López
  • Acervo, digitalização e arquivo por Roberto Crisant
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Bios Masters of the Universe Classics traduzidas em português

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Série Masters Of The Universe Classics

Olá amigos da Grama Toys!!!

Certamente se você gosta de Mestres do Universo (MOTU) já deve ter visto algo da linha Classiscs que a Mattel (MattyCollector) tem lançado durante esses anos. Mesmo se não estiver colecionando vai gostar muito do que irá ver.

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Boneco He-Man da linha MOTUC / Matty Collector

Todos os bonecos dos personagens possuem uma Bio no verso da embalagem. A Bio apresenta um pouco da história do personagem de forma resumida. Todas as Bios estão no idioma inglês e não há em nenhum lugar estas mesmas Bios com a tradução em português (Brasil). Bem, não havia até a chegada do colecionador Allan de Morais Borges.

Allan é mais um exemplo de um verdadeiro colecionador sério e que gosta mesmo do que coleciona. Ele foi além de itens lacrados na prateleira, mas em busca de informações preciosas por meio de muita pesquisa, estudo e sem contar nas horas para tradução.

 

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Embalagem MOTUC – Frente / Matty Collector

 

Uma das curiosidades que Allan conta é que todo o trabalho de edição e montagem foram realizados pelo celular. Isso porque ele tinha que ganhar tempo e ficar no computador nem sempre era possível. Com o celular ele poderia fazer isso em qualquer lugar e com tempo hábil. Investiu em softwares de edição para seu celular e mandou bala nas traduções das Bios.

Ele iniciou o projeto de tradução em 2014, porém a vontade de ter as Bios traduzidas já era antiga e compartilhar com os demais colecionadores o novo Canone que agrupou todas as mídias He-Man.

Após 50 traduções, o projeto começou atrair a atenção de outros colecionadores que logo propuseram-se a ajudá-lo. Um deles foi o colecionador César Grott Villela, ajudando nas traduções.

 

Para as traduções, Allan recorreu as mini comics antigas, desenhos antigos, filme e o principal: Saber a função de ação de cada boneco vintage, pois  muito do texto das Bios falava dessa função e precisava da sua versão e adaptação para o português.

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Embalagem MOTUC – Verso e Bio / Matty Collector

Levou em conta alguns fatores regionais como os títulos dado pela empresa Brinquedos Estrela, detentora dos direitos de produção no Brasil nos anos 80 e 90. Mesmo assim, sempre preservou a história do novo canone e teve um baita trabalho para unir todos os personagens de diferentes épocas e universos.

César Grott colaborou na revisão de textos, traduções e fotos que Allan não encontrava. O nome de ambos colecionadores aparecem em marca d’água nas Bios.

Todo esse trabalho já rendeu mais de 200 traduções e ainda tem mais pela frente, pois a série MOTUC da Mattel (Matty Collector) não pára de lançar novos personagens.

Sem dúvida, durante todo esse projeto surgiram histórias bem interessantes e curiosas sobre as Bios, personagens e até mesmo Toy Guru, no entanto vou deixar para o próprio Allan contar isso futuramente. Quem já ouviu um pouco dessas curiosidades sabe que há muito mais do que apenas traduções, há uma vida de colecionador por trás delas.

Allan compartilha todas as Bios traduzidas em seu Instagram.

Nosso agradecimento aos amigos que fazem a diferença neste universo de colecionismo produzindo informação de qualidade.

 

Algumas das Bios para você ter ideia de como estão:

Masters of the Universe

Bio Mestres do Universo

He-Man

Bio He-Man

Skeletor

Bio Skeletor / Esqueleto

She-Ra

Bio She-Ra

Hordak

Bio Hordak

King Hsss

Bio King Hisss

 

Veja as bios MOTUC traduzidas no Instagram:

Veja todas as bios traduzidas no Instagram.

Bios MOTUC traduzidas no Instagram.

 

Ver bios: http://www.instagram.com/bios.motuc.br/

 

 

Veja as bios MOTUC traduzidas no Facebook:

Bios

Bios MOTUC traduzidas no Facebook

Ver e baixar todas as bios no Facebook: http://www.facebook.com/GramaToysOficial/photos/?tab=album&album_id=1031716183530372

 

Créditos:

  • Criação, montagem e edição: Allan de Morais Borges
  • Tradução: Allan de Morais Borges e César Grott Villela

 

Categorias: Bio MOTU Classics, Matérias, Vida de Colecionador | Tags: , , , , , | Deixe um comentário

Matéria do G1: A pedido do consumidor, Estrela volta a fabricar Genius

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela do site G1 em 06/08/2012. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Em breve, traremos os comparativos dos relançamentos da Estrela, Genius, Boca Rica, Aquaplay Futebol e Vire a Mesa. Mostrando os antigos em suas caixas e os novos modelos. Como será que ficaram?

 

A pedido do consumidor, Estrela volta a fabricar Genius

Um dos produtos mais pedidos no SAC deve chegar às lojas até setembro.  Previsão é vender 100 mil exemplares do jogo até o fim do ano.

 

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Genius terá a mesma identidade visual dos anos 80 (Foto: Divulgação)

No ano em que comemora 75 anos, a Brinquedos Estrela vai trazer de volta ao mercado o Genius. O produto está sendo produzido na fábrica de Itapira, no interior de São Paulo, e deve chegar às lojas até setembro – já de olho nas vendas para o Dia das Crianças.

De acordo com a empresa, dos produtos mais famosos da Estrela que não estão mais em linha, o Genius, todos os anos, é um dos campões de pedidos no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da companhia.

 

 

“Nos últimos três anos, esta lista de pedidos foi encabeçada por outro ícone dos anos 80, o Boca Rica, de 1984. Atendendo aos consumidores, Genius e Boca Rica estarão nas vitrines até setembro”, revela, em nota, a empresa.

Segundo a Estrela, o Genius foi um dos produtos mais vendidos nos anos 80: foram 500 mil unidades comercializadas entre 1980 e 1981.

O produto voltará ao mercado preservando a identidade visual que tinha originalmente. Mudança apenas no Boca Rica, que passará a emitir sons.

A previsão da Estrela é vender 100 mil exemplares de cada um dos jogos até o fim do ano.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2012/08/pedido-do-consumidor-estrela-volta-fabricar-genius.html

Créditos:

  • Site G1
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Matéria do G1: Estrela planeja entrar no mercado de jogos na internet até o Natal

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pelo jornalista Darlan Alvarenga do site G1 em 16/05/2011. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Estrela planeja entrar no mercado de jogos na internet até o Natal

Jogos de tabuleiro e clássicos da empresa serão levados para a web. Estratégia é reforçar marcas da empresa e buscar novas fontes de receitas.

 

Maior fabricante de brinquedos do Brasil, a Estrela prepara a sua entrada no mercado de jogos online. O projeto segue a estratégia de modernização da empresa que, “sufocada” pela concorrência chinesa, tem buscado se reinventar e manter seus brinquedos e marcas atraentes para as novas gerações muito mais ligadas tecnologia.

O presidente da Estrela, Carlos Tilkian, afirmou em entrevista ao G1 que a empresa pretende lançar seus primeiros jogos na internet já no Natal.

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Carlos Tilkian, presidente da Estrela (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

 

“A Estrela é a maior produtora de jogos de tabuleiro do Brasil. Temos um grande potencial de conseguir viabilizar uma migração desses jogos para uma plataforma eletrônica. Como são jogos com marcas conhecidas, que têm regras que se aplicam muito bem ao meio digital, isto pode vir a ser um novo negócio para nós”, afirma.

Segundo Tilkian, a empresa tem um potencial de “no mínimo 50 jogos” que podem ser levados para o ambiente digital, incluindo clássicos da empresa como Banco Imobiliário, Jogo da Vida, Detetive e Autorama.

“É um projeto que já começou, que já está em andamento. O ideal é que a gente consiga para o Natal já alguma coisa”. Segundo ele, o desenvolvimento está sendo feito todo no Brasil numa parceria com a agência de publicidade DM9 e com desenvolvedores de games.

Em relação ao modelo de negócio, o executivo afirma que a empresa ainda analisa o melhor formato de cobrança. “Estamos num processo de investigação de mercado. Talvez o ideal seja ter uma parte do game em que a pessoa acessa livremente e se quiser continuar e pegar novos desafios, ela teria que pagar”, explica. “Você pode deixar o usuário testar durante alguns minutos e se ele quiser mais tempo ou mais níveis de dificuldade, de complexidade do jogo, ele teria dar uma contribuição”.

A Estrela garante, porém, que os jogos on-line permitirão os usuários brincarem em rede com outros. “Nunca vamos abrir mão do papel dos nossos brinquedos serem um facilitador social. Queremos ter sempre a ferramenta que permita o usuários jogarem com amigos on-line”, afirma Tilkian.

Segundo o executivo, o custo será “relativamente baixo” para os jogadores. “Aí é que está a beleza da internet. Você consegue gerar receita através de um impacto financeiro pequeno, mas você tem um número de usuários brutal, coisa que você não consegue na vida real”.

O presidente da Estrela destaca a oportunidade de novos negócios associados aos jogos na rede, como parcerias com empresas anunciantes. “Essa é uma estratégia que já adotamos. No ano passado, o produto mais vendido foi o ‘Superbanco imobiliário’ que teve empresas como o Banco Itaú e a Mastercard como parceiras. “Ao levar o Autorama, por exemplo, para um ambiente on-line podemos atrair parceiros do setor automobilístico e da indústria de pneus”.

Fundada em 1937, a Estrela enfrentou uma forte crise com a abertura do mercado para os brinquedos importados e encolheu de tamanho. A empresa conseguiu dar a volta por cima ao apostar em tecnologia, resgate de brinquedos clássicos e também ao transferir parte de sua produção para fábricas terceirizadas na China. (Veja vídeo ao lado).

“No ano passado, 40% da nossa produção foi importado e 60% fabricado no Brasil”, afirma Tilkian. “Esse ano a gente acha que vai crescer um pouco a produção nacional”.

Em 2010, a companhia registrou um faturamento de R$ 139 milhões, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Para 2011, segundo o presidente da Estrela, a expectativa é uma nova alta, “da ordem de 15%”.

 

Busca de público mais amplo
Para a Estrela, no entanto, mais importante do que encontrar novas fontes de receita é reforçar a presença de suas marcas e ampliar a faixa etária de usuários. “Nosso foco não é só a criança. É o adulto jovem e o adolescente, que são os grandes usuários de games na internet”, afirma. “Transformar, por exemplo, o autorama num jogo on-line é algo que vai atingir não só a criança, mas também o pai”.

Até agora, a empresa vinha usando a internet mais como um instrumento de reforço de imagem e de relacionamento com os seus clientes. No ano passado, motivada pelos apelos de fãs do Ferrorama em redes sociais, a Estrela decidiu relançar o clássico, mas antes lançou pela internet um desafio: se eles conseguissem percorrer os 20 km finais do Caminho de Santiago de Compostela com o brinquedo, o Ferrorama seria relançado.

Versão do Cara a Cara no Facebook (Foto: Divulgação)

Versão do Cara a Cara no Facebook (Foto: Divulgação)

Neste ano, em nova ação voltada para a web, a Estrela lançou um aplicativo no Facebook do jogo Cara a Cara, no qual os usuários podem brincar usando as fotos dos seus próprios amigos. Para o Dia das Crianças, a empresa prepara o lançamento do jogo Pula Pirata com um cartão de realidade aumentada

“Essas são ações para começar a plantar a idéia de que existe uma relação direta entre o meio internet e o entretenimento de uma marca tradicional para que a gente possa ter num futuro próximo uma loja virtual vendendo os nossos games”, afirma.

 

O presidente da empresa acredita, porém, que a base das receitas da companhia continuará por muito tempo vindo das vendas dos brinquedos tradicionais.

“Assim como há 20 anos os videogames não tiraram o mercado do brinquedo tradicional, os games on-line não vão tirar. O mercado de brinquedos no mundo continua crescendo”, analisa.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/05/estrela-planeja-entrar-no-mercado-de-jogos-na-internet-ate-o-natal.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Darlan Alvarenga
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Matéria do G1: Estrela inaugura em junho sua primeira fábrica no Nordeste

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pelo jornalista Darlan Alvarenga do site G1 em 16/05/2011. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Estrela inaugura em junho sua primeira fábrica no Nordeste

Investimento de R$ 8 milhões prevê geração de 150 empregos diretos.
Hoje, 40% da produção da empresa vem da China.

 

Com um investimento de R$ 8 milhões, a Estrela vai inaugurar até o final de junho em Ribeirópolis (SE) sua primeira fábrica de brinquedos no Nordeste, segundo o presidente da companhia, Carlos Tilkian. A nova unidade será voltada para atender o crescente mercado consumidor da região em condições de competitividade com os produtos chineses.

“O foco é ter uma linha específica de brinquedos grandes com preço unitário relativamente barato. O custo de fazer nas nossas fábricas no Sudeste e levar para o Nordeste implica num aumento muito grande por causa do frete, em torno de 20%”, disse Tilkian em entrevista ao G1.

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Linha de montagem em Itapira, SP (Foto: Divulgação)

Hoje, a Estrela possui duas fábricas no país, em Itapira (SP) e em Três Pontas (MG), com cerca de 800 funcionários. A nova fábrica em Sergipe irá entrar em operação com 150 empregados diretos e cerca de 100 costureiras contratadas em oficinas.

Nos últimos anos, após enfrentar uma forte crise em função da abertura do mercado para brinquedos importados, Estrela transferiu parte de sua produção para empresas terceirizadas na China. Em 2010, 40% da produção da empresa veio da China e 60% foi fabricada no Brasil.

 

“Hoje temos uma parte bastante relevante sendo produzida na China, não por problema de falta de tecnologia, criatividade ou design. São fatores de macroeconomia como câmbio, impostos e mão de obra que acabam fazendo com que a produção chinesa fique artificialmente mais barata”, explica o executivo.

Em janeiro, o governo elevou a alíquota de importação de diversos brinquedos de 20% para 35%. Na avaliação de Tilkian, o efeito da medida foi praticamente anulado pela desvalorização do dólar no ano.

“Houve uma desestruturação do mercado do mercado, mas a Estrela entende que estrategicamente deve manter um nível de produção importante aqui no Brasil e briga para tentar conscientizar o governo de que mais do que criar problemas para a importação, a administração federal deveria incentivar a produção nacional”, opina.

Segundo o presidente da companhia, o contexto macroeconômico exige que a Estrela mantenha essa flexibilidade entre produção local e importação. “Se o modelo econômico diz que temos que importar muito, a gente tem hoje como importar. Se mudar, se o câmbio voltar para R$ 3, então temos fábrica para produzir aqui”.

 

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/05/estrela-inaugura-em-junho-sua-primeira-fabrica-no-nordeste.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Darlan Alvarenga
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Matéria do G1: Estrela lança jogo gratuito de Banco Imobiliário para o celular

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pela jornalista Gabriela Gasparin do site G1 em 09/05/2012. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

Atualmente, os aplicativos de jogos da Estrela também estão disponíveis para a plataforma Android através da Play Store: Autorama, Banco Imobiliário, Cilada, Cara a Cara, Detetive e Pula Macaco.

 

Estrela lança jogo gratuito de Banco Imobiliário para o celular

Jogo tem link para o Foursquare, por onde os usuários podem dar ‘check-in’. Expectativa é de 1 milhão de downloads do game até o final do ano.

Banco Imobiliário Geo por enquanto estará disponível apenas para iPhone ( Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Banco Imobiliário Geo por enquanto estará disponível apenas para iPhone (Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Maior fabricante de brinquedos do Brasil, a Estrela lançou nesta quarta-feira (9) o que chama de o primeiro jogo de geolocalização do mercado brasileiro, o “Banco Imobiliário Geo”. O game, de utilização gratuita, tem link para o Foursquare, aplicativo por onde os usuários podem dar “check-in” pelo celular e informar aos amigos onde estão no momento.

Com investimento inicial de R$ 300 mil, a expectativa da empresa é de 1 milhão de downloads do game até o final do ano. Por enquanto, poderão baixar o aplicativo apenas os usuários de iPhone e a expectativa é que o game esteja disponível na Apple Store até esta sexta-feira (11). De acordo com a Estrela, dentro de um mês o jogo estará disponível também para Android. Para Windows Phone ainda não há previsão.

“O jogo é gratuito (…). Nosso objetivo é que seja jogado por milhões e milhões de pessoas no mundo inteiro”, disse Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

A escolha do Banco Imobiliário para a estreia no meio eletrônico é justificada pelo sucesso no mercado do jogo de tabuleiro convencional que, segundo a fabricante, é o mais vendido no país.

No “Banco Imobiliário Geo”, o “tabuleiro” é o lugar onde as pessoas estão na vida real. Dessa forma, os jogadores podem comprar o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, a Torre Eiffel, na França, ou a Estátua da Liberdade, nos EUA.

Para jogar, os usuários podem escolher “comprar” as localidades após dar “check-in” no local. Quando mais os demais participantes também derem “check-in” em um lugar, mais o imóvel fica valorizado. O jogador pode tanto escolher apenas visitar o local como fazer uma proposta de compra.

Ao visitar os locais, o jogador ganha uma carta de “sorte” ou “revés”. “O usuário pode descobrir petróleo e se transformar em um Eike Batista ou ter azar e precisar pagar impostos, como todos os brasileiros”, afirmou Tilkian.

Além de interagir com o Foursquare, as ações realizadas no “Banco Imobiliário Geo” também podem ser compartilhadas pelo Facebook.

O Itaú-Unibanco é o primeiro parceiro da Estrela no jogo. Dessa forma, as transações financeiras feitas pelos usuários acontecem pela instituição financeira. Tilkian, contudo, não descartas novos parceiros no futuro, como redes de restaurantes – todas as possibilidade do “mundo real”.

De acordo com o presidente, o Itaú ajudou na viabilização do projeto, sendo  que o capital não foi propriamente para aumento da receita. A empresa espera, ainda neste primeiro semestre, lançar outros produtos da marca no meio eletrônico. No futuro, contudo, a empresa não descarta cobrar por downloads ou fazer parcerias com outras empresas para gerar receita.

“A tendência é que, ao longo de um ano, a Estrela tenha todos os ativos e marcas importantes oferecidas com mecânica em multiplataformas, para que a gente possa acompanhar a tendência do mundo da tecnologia”, disse. De acordo com Tilkian, o meio eletrônico não vem para substituir, e sim complementar o mercado convencional.

No caso do “Banco Imobiliário Geo”, a empresa que idealizou o aplicativo junto com a Estrela foi a agência DM9DDB, o primeiro projeto de mobilidade da agência. O desenvolvimento foi feito pela agência de mídia digital Cricket Design.

 

Concorrência chinesa
O projeto segue a estratégia de modernização da Estrela que, “sufocada” pela concorrência chinesa, tem buscado se reinventar e manter seus brinquedos e marcas atraentes para as novas gerações muito mais ligadas tecnologia.

A concretização veio um pouco após o previsto, uma vez que a empresa esperava lançar o produto para o Natal. “Foi adiado porque na época do Natal o projeto poderia dispersar a atenção dos usuários. Então o objetivo foi postergar mais para o começo deste ano e também tivemos a possibilidade de melhorar a dinâmica do jogo”, explicou o presidente.

De acordo com Tilkian, o crescimento da empresa no ano passado foi de 20% e a expectativa é manter o mesmo patamar de alta neste ano.

No ano passado, a Estrela já havia lançado um aplicativo no Facebook do jogo Cara a Cara, no qual os usuários podem brincar usando as fotos dos seus próprios amigos. Para o Dia das Crianças, a empresa prepara o lançamento do jogo Pula Pirata com um cartão de realidade aumentada.

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Link original: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2012/05/estrela-lanca-jogo-gratuito-de-banco-imobiliario-para-o-celular.html

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  • Site G1
  • Jornalista Gabriela Gasparin
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Matéria do G1: Empresa que popularizou Dia das Crianças recorre à China para viver

Olá amigos da Grama Toys!!!

Mais uma matéria sobre a Brinquedos Estrela pela jornalista Ligia Guimarães do site G1 em 10/10/2011 na semana do dia das crianças. Não estranhe os posts serem de matérias passadas, queremos manter viva a memória da empresa com um registro histórico das reportagens. Estamos trabalhando para estender este registro a todas as outras empresas de brinquedos, afinal de contas elas fazem parte da história do colecionismo.

 

Empresa que popularizou Dia das Crianças recorre à China para viver

Estrela divulgou data na década de 50, com ‘Semana do Bebê Robusto’. Hoje, companhia estuda formas de se livrar do ‘custo Brasil’.

 

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O presidente da Estrela, Carlos Tilkian, na sede da companhia em São Paulo. (Foto: Flavio Moraes)

Desde os anos 50, quando criou a campanha que transformou o Dia das Crianças em tradição no Brasil, muita coisa mudou na realidade da fabricante de brinquedos Estrela. Ficaram para trás as décadas em que, num mercado fechado para estrangeiros, o varejo era dominado pelas fabricantes brasileiras e chegou, com força, a concorrência chinesa.

“Estrela era sinônimo de boneca”, recorda em entrevista ao G1 o presidente da companhia, Carlos Tilkian, que encontrou a empresa à beira da falência quando assumiu o cargo, em 1996.

Foi num ano próximo a 1955 – a data é estimada pela empresa, que não tem registro oficial – que a Estrela lançou pela primeira vez a “Semana do Bebê Robusto”, uma campanha para aumentar as vendas de seus famosos bebezinhos rechonchudos de plástico, então seu carro-chefe.

 

 

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Evolução das bonecas Estrela

 

A ideia era “ressuscitar” a data do Dia das Crianças, criada no Brasil em 1924 por um decreto do presidente Arthur Bernardes, mas que até então era praticamente desconhecida tanto entre consumidores quanto varejistas.

“A Estrela começou a usar o tema Dia das Crianças para vender a linha de bebês”, explica Tilkian. “Chamava Bebê Robusto porque o padrão de beleza era diferente naquela época. Toda a nossa linha de bebês era mais gordinha, o que era sinônimo de saúde e beleza”, diz o executivo.

“Em 1937, eram bonecas de pano, depois foram bonecas de cerâmica, de plástico, até o rosto de vinil que temos até hoje. Do ponto de vista de acompanhamento de moda, você teve não só pela roupa o desenvolvimento da moda, mas também do ponto de vista da beleza. Era impensável naquela época ter uma boneca como a Susi, mais fashion doll, esguia, magrinha, formas mais delimitadas”, constata ele.

Anos depois, a iniciativa comercial da Estrela ganhou o apoio de outra gigante do mercado: a Johnson & Johnson, que reforçou a publicidade em torno da data com a campanha “Bebê Johnson“, que teve a primeira edição em 1965 e logo se tornou um dos concursos de beleza infantil mais conhecidos do país.

 

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Vencedores da edição de 1967 do concurso “Bebê Johnson”. (Foto: Divulgação)

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Finalistas da edição de 1967 do concurso “Bebê Johnson” de 1967. (Foto: Divulgação)

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Decreto que criou o Dia das Crianças no Brasil. (Foto: Reprodução)

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

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Catálogo mostra as primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

 

O 12 de outubro se consolidou ao longo dos anos, quando mais e mais varejistas foram concentrando suas ações de publicidade e vendas na semana do dia 12 de outubro. “O varejo passou a organizar Salões da Criança no Parque Ibirapuera no ínicio da década de 60 com áreas de entretenimento”, diz.

Hoje, afirma Tilkian, as vendas da Estrela na data superam as do Natal. “Elas [as datas] resrespondem por 75% do faturamento atual. Desses, o Dia da Criança responde por 60% e o Natal, 40%”, diz o executivo.

 

Competição chinesa
Do “Bebê Robusto” para cá, a Estrela foi sentindo os baques das transformações econômicas do país: a abertura do mercado brasileiro para produtos importados nos anos 90 barateou o custo dos brinquedos, e trouxe a China para a disputa direta pelos os consumidores brasileiros. A valorização do real em relação ao dólar também prejudicou as contas da companhia.

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Cartaz da primeira campanha “Bebê Johnson”, lançada em 1965. (Foto: Divulgação)

O Brasil saiu da economia fechada no final dos anos 80 para a abertura sem planejamento nenhum, sem exigir reciprocidade das empresas que vieram para cá como importadoras. É um modelo muito vantajoso para a importação”, diz Tilkian.

A atual inundação de produtos importados no Brasil é tão forte que, desde 2007, a própria Estrela passou a produzir também na China, por meio de empresas terceirizadas, para se manter competitiva e transformar em lucro a sequência de prejuízos que vem amargando nos últimos anos.

“Temos duas fábricas aqui no Brasil, mas também produzimos na China, para manter o custo. (…) No ano passado, 40% do nosso faturamento veio de produtos importados. O que é uma pena do ponto de vista de brasileiro, mas é uma obrigação do ponto de vista de empresário, porque preciso dar retorno aos acionistas”, diz o presidente da companhia.

Para Tilkian, a razão para a perda de espaço e competitividade da companhia em relação aos rivais asiáticos é o chamado “custo Brasil”. “Se você somar câmbio, impostos, custo financeiro, isso representa 80% da diferença de custo entre China e Brasil. Se comparar o custo industrial contra custo industrial, o Brasil é absolutamente competitivo”, avalia.

A Estrela acumulou prejuízo de R$ 19,8 milhões nos primeiros seis meses de 2011; de acordo com o balanço financeiro divulgado ao mercado em junho. Em 2010, as perdas chegaram a R$ 30 milhões.

Segundo Tilkian, no entanto, os balanços financeiros negativos refletem dívidas antigas; para o executivo, a Estrela já está “saudável” financeiramente e registra crescimento de cerca de 20% ao ano no faturamento. “Tende a melhorar”, prevê.

 

Só no Brasil
As exportações, que já representaram 15% do negócio da Estrela, tornaram-se irrelevantes para a companhia no cenário atual de dólar fraco e competição da China em todo o mundo. Tanto que a Estrela estuda construir unidades próprias na China para, de lá, voltar a alcançar outros mercados.

“Desenvolveria nossos produtos lá, por meio de empresas que construiríamos para produzir, e iríamos para feiras internacionais para que os produtos sejam vendidos a partir da China. Cogitamos porque é a única forma de eliminar o custo Brasil”, afirma o executivo da empresa, que tem a marca registrada em 40 países.

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Catálogo antigo mostra primeiras linhas de bonecas da Estrela. (Foto: Flavio Moraes/G1)

 

Tabuleiros na Apple Store
Em meio às dificuldades, a Estrela aprendeu a usar tecnologia e componentes chineses para renovar produtos antigos e competir ainda com a internet e os jogos eletrônicos. Dos 560 produtos oferecidos pela empresa, há alguns 100% brasileiros, como a linha de bebês, jogos pré-escolares, brinquedos de massinha e a veterana boneca Susi.

Outros, como o Super Banco Imobilário com máquina de cartão vinda da China, mostraram um caminho promissor para a companhia. “Isso mostra que mesmo um jogo tradicional de tabuleiro, quando você incorpora tecnologia e moderniza, ainda tem um espaço muito grande até para o público adulto”.

A fabricante passou também a adaptar a lógica de brinquedos antigos para as redes sociais, como nas ações do jogo Cara a Cara no Facebook, ou do “Twitterama” para o Autorama. Num futuro próximo, o objetivo é usar o maior número de plataformas eletrônicas e digitais para alcançar os consumidores.

“Nosso objetivo é migrar toda a nossa linha de jogos de tabuleiro para outras plataformas. Para vender na Apple Store, para tablets. Mas mesmo fazendo isso, nunca vamos deixar de acreditar que o jogo de tabuleito tem um papel social, de ensinar à criança sobre respeitar regras, sobre quem perde, desenvolver o raciocínio”, diz Tilkian.

 

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Link original: http://g1.globo.com/dia-das-criancas/2011/noticia/2011/10/empresa-que-popularizou-dia-das-criancas-recorre-china-para-viver.html

Créditos:

  • Site G1
  • Jornalista Ligia Guimarães
  • Fotos Flavio Moraes
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Coleção Super Powers Review #09 Gavião Negro

Olá amigos da Grama Toys!!!

O mês de Julho chegou voando assim como o nosso herói do review número 9 da coleção Super Powers. O campeão alado em uma super edição bem trabalhada, de encher os olhos pela qualidade das imagens,  montagem e que está cada vez melhor. Os reviews foram criados pelos colecionadores Roberto Crisant, José Neto e Marcio Alessandro Moreira.

Nosso agradecimento aos amigos que fazem a diferença neste universo de colecionismo produzindo informação de qualidade.

Nesta edição, Gavião Negro!!!

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Coleção Super Powers Review #09 Gavião Negro

Para fazer o download do arquivo em pdf, basta criar seu cadastro e logar na sua conta do site http://www.youblisher.com/register

Ver e baixar review #09: Clique aqui!

Link direto para baixar: Clique aqui!

Créditos:

  • Textos: José Neto e Marcio Alessandro Moreira
  • Edição: Roberto Crisant
  • Fotos: Dan Curto e José Neto
  • Arte: José Luis Garcia López
  • Acervo, digitalização e arquivo por Roberto Crisant
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